Segunda-feira , 20 Maio 2019
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Owarimonogatari 02 (Blu-ray)


Fala, minha gente, como estão vocês? Sei que faz um bom tempo desde o nosso último lançamento, mas as coisas têm andado bastante agitadas para mim nessas últimas semanas; entre apresentações para planejar, provas para as quais estudar e artigos a escrever, de repente, todo o tempo livre que eu tinha desapareceu. Felizmente, eu já cumpri com mais da metade dessas minhas responsabilidades, então as coisas devem se acalmar um pouco pelas próximas semanas, o que me dará tempo para trabalhar neste e em outros projetos – pelo menos até as coisas ficarem agitadas de novo.

Apesar de o ritmo no qual estamos caminhando não esteja tão rápido quanto eu gostaria, pouco a pouco estamos fazendo progresso, e particularmente eu estou muito satisfeito com o resultado. Este episódio teve uns types difíceis de se fazer – e por difíceis, eu quero dizer que, entre a forma como eu imaginei e o tempo que levou até concretizar a minha visão, fazer o type em si foi trabalhoso e consumiu algum tempo. É em momentos como esse que a nossa inexperiência se faz evidente; por mais que você saiba um jeito de fazer, o seu conhecimento técnico e a sua criatividade é que vão estabelecer os limites, e a intimidade e o tamanho de cada um respectivamente só cresce geralmente de acordo com a quantidade de tempo que você passa colocando “as mãos na massa”.

Pra quem não sabe, eu sou um grande fã de Aikatsu, e o fansub gringo que o traduz uma vez escreveu um post bem detalhado (parecia quase um artigo) sobre um novo elemento que foi introduzido no terceiro anime, que é a questão da “zona”, uma ideia que não é nova e vocês já devem ter visto em outros animes, como Kuroko, por exemplo. De forma simples, a zona é um estado mental conhecido como fluxo que pode ser definido como “um prestar atenção sem fazer esforço, um estado reduzido de consciência do self (eu) e o prazer que se sente ao realizar uma tarefa da melhor forma possível”. Ele acontece quase sempre – mas não exclusivamente – dentro de uma faixa que combina o nível de dificuldade da atividade que em questão e a sua habilidade ao exercê-la. Esse era o ponto ao qual eu queria chegar: eu não diria que chego a entrar na “zona”, mas por mais difícil que seja, às vezes eu me surpreendo com meu nível de concentração e no quanto eu me divirto fazendo os types. Isso me motiva a continuar fazendo-os, mas não equivale dizer que os episódios sairão mais rápido. Seja como for, se quiserem saber mais sobre a zona, ou fluxo, podem ler o post (em inglês) do fansub gringo, que usa uma linguagem bem fácil de entender e tem até uns gráficos para ajudar a ilustrar o conceito clicando aqui ou fazer perguntas nos comentários que eu tentarei responder da melhor forma possível. Não é um conceito pertencente a abordagem com a qual estou mais familiarizado, mas tecnicamente está dentro do meu campo de estudo. Outra opção é assistir a Kuroko no Basket, ou melhor ainda, a Aikatsu Friends!

Tendo dito tudo isso, aqui está o segundo episódio de Owari, que depois do primeiro episódio – um especial que teve duração dobrada –, marca o início de um novo arco, de uma nova história que nos mostrará mais uma vez como o passado está sempre conectado ao presente e como ele nunca fica completamente para trás, já que quando não o carregamos, ele sozinho nos alcança de um jeito ou de outro. Carregar o passado não equivale arrastá-lo enquanto andamos como correntes presas às nossas pernas, dificultando a nossa caminhada ou até mesmo nos impedindo de seguir em frente. Nossas lembranças não precisam ser correntes que nos prendem no lugar. Elas podem ser como um cobertor que aquece nossos corações em dias frios ou asas que nos ajudarão a alçar voo em direção ao futuro que desejamos – que formato ou significado elas assumirão quem decide somos nós. Só que a vida não é tão gentil e muitas vezes nós acabamos com mais coisas que queremos esquecer do que coisas que gostaríamos de recordar, e quem pode nos culpar se quisermos entregar nossas feridas ao tempo? Se quisermos cobri-las com um band-aid para ajudá-las a cicatrizarem mais rápido? Que o ditado diz que o coração não sente o que os olhos não veem muitas vezes é a consequência e não a intenção em si, e se vocês pararem para pensar, é mais fácil se esquecer de algo do que tentar não se lembrar. É em meio a isso que vamos ver a história do Koyomi e da Sodachi e do que surgirá do reencontro deles, um reencontro entre o passado e o presente, entre alguém que esteve parado e alguém que seguiu caminhando. E que reencontro! Eu já perdi a conta de quantas vezes eu já revi a cena, desde quando a Sodachi diz: “Eu me lembro” até quando ela encerra com: “Eu disse para não me tocar” e todas as coisas que ela diz entre essas duas frases, o sentimento que transparece em sua voz e as expressões que ela faz, culminando em uma cena simplesmente impressionante.

Parece que eu escrevi bastante, até para os meus padrões, talvez por causa da quantidade de tempo que fiquei sem lançar nada. Seja como for, espero que aproveitem mais este episódio e nos vemos no próximo!

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4 Comentários

  1. Obrigado pelo ep , e por estarem legendando Owari xD

  2. Escreveu muito mesmo (no sentido de qualidade), obrigado pelo ep.

  3. Humm… Boogiepop? Alguém……….

  4. Obrigado pelo episódio!
    Quando terminar boogiepop as coisas vão fluir mais rápido!

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